domingo, 5 de junho de 2011

Resumo do livro Primo Basílio

Resumo do livro Primo Basílio

 Luísa e Jorge eram casados, viviam um casamento feliz e repleto de alegria e paixão nos primeiros anos. Essa boa convivência despertava em Jorge um desânimo quanto à sua viagem a trabalho para Alentejo. Na manhã antes da viagem Luísa leu no jornal que retornava a Lisboa, depois de fazer fortuna no Brasil, Basílio Brito, seu primo e também seu primeiro amor. Basílio era rico, mas depois de empobrecer foi para o Brasil e através de uma carta, após algum tempo, rompeu com Luísa. Por muito tempo ela esteve infeliz com o fim do romance, mas depois de novas amizades feitas e tempos passados esqueçeu-o e assim veio o casamento com Jorge.

   Num domingo à noite, como de costume, reuniram na casa de Luísa e Jorge seus amigos: Julião, Sebastião, D. Felicidade, o conselheiro e Ernestino. Logo depois Jorge viajou e Luísa ficou sozinha apenas com as empregadas: Juliana, com quem não se dava bem e que apenas aceitava em casa por gosto de Jorge que se sentia agradecido por ela ter sido uma enfermeira fiel a sua tia tempos antes dela morrer e Joana, a cozinheira.

   Logo após a partida de Jorge veio ter com Luísa seu primo Basílio. Conversaram e no dia seguinte ele retornou. Passou então a freqüentar a casa todos os dias. E logo, entre essas visitas, declarou por ela um amor que vinha desde a mocidade. Inicialmente Luísa o censurou; mas as lembranças do romance passado, a ausência de Jorge e as doces palavras de Basílio a fizeram ceder. Assim iniciou o caso dos dois. A essa altura a vizinhança já comentava a constância de Basílio na casa do “engenheiro”, Sebastião que a pedido de Jorge ficou como a zelar de Luísa depois de muito pensar teve com ela, coisa que não fizera antes por sempre estar com visita, e lhe disse o que se passava na vizinhança.

   Nesses tempos Juliana, que tinha rancor de Luísa, ficava na espreita para confirmar sua suspeita acerca da infidelidade de Luísa. Juliana nutria tal sentimento por se sentir injustiçada quanto à morte da tia de Jorge a quem se dedicara e nada recebeu em troca e também pela inveja que tinha da senhora. Os falatórios na rua e o desejo de maior privacidade levaram Luísa e Basílio a terem um local de encontros, o “paraíso”. Passaram a se encontrar constantemente lá. E rapidamente novas fofocas se fizeram, estas se justificaram graças a D. Felicidade que teve um pé quebrado e assim as saídas de Luísa foram atribuídas às visitas na casa da amiga.

   O “paraíso”, no entanto, não era um lugar extremamente agradável, possuía uma grandiosa simplicidade e já tinha sido local de encontro de outros. Luísa e Basílio tiveram ali grandes momentos, certa vez quase romperam, porém o “nunca mais” que o rompimento representava o empendiu de acontecer. Jorge continuava no Alentejo e falava a Luísa através de cartas. Às vezes ela até sentia remorsos, mas o romance seguia.
Foi até o momento em que Juliana, tendo em suas mãos cartas dos dois, se apresentou. Luísa se desesperou e junto a Basílio buscou uma solução. No entanto, depois que Basílio voltou ao hotel onde hospedava e teve com o amigo que o acompanhava decidiu que o melhor era ir embora. Assim foi ter com Luísa, disse que os negócios o chamavam com urgência à Paris, mas que voltava em breve. Perguntou quanto dinheiro Juliana queria pelas cartas, mas Luisa rancorosa despediu-se com frieza e disse que ela resolvia sozinha o problema com a empregada.

   Juliana queria seiscentos mil contos de réis, foi aí que iniciou o tormento de Luisa. Pensou em contar a Sebastião e lhe pedir ajuda, mas desistiu. Logo Jorge chegou e nesses dia Luisa viu que sempre o amara e mais que nunca o amou. Juliana esperando seu dinheiro segurou o segredo através dos presentes que recebia de Luisa. Ela lhe concedeu um quarto melhor, lençóis de linho, um colchão melhor, uma cômoda cheia de roupas que antes perteceram à própria Luísa. Juliana então decidiu gozar do luxo que possuía.

   Assim, deixou de cumprir suas tarefas, Luísa pra esconder tal coisa de Jorge começou a fazer os serviços de Juliana, pois quando fazia deixava pelas metades. Vendo que Jorge observava tudo que se passava procurou sua amiga Leopoldina. Essa era uma amizade da qual Jorge não fazia gosto, porque Leopoldina tinha muitos amantes, mas como a amizade vinha dos tempos de colégio Luísa não quis rompê-la. Luísa procurou a amiga e revelou toda a traição e pediu que a ajudasse. Leopoldina sugeriu que ela procurasse Castro, um homem rico que era capaz de fazer tudo por ela, Luísa abominou a idéia, mas depois se rendeu quando em uma manhã viu que ele partiria em breve para o estrangeiro.

   Leopoldina chamou o homem que chegou rapidamente, o dinheiro foi pedido e o homem concedeu, quando Luisa ficou a sós com ele que se jogou em cima dela, usando o chicote dele, Luísa o pôs pra fora a chicotadas, ficando sem o dinheiro.
Jorge via a comodidade de Juliana e a defesa que Luísa lhe dava e passou a ter raiva da empregada. Luisa justificava as faltas dela com a doença que a pobre sofria. Mas em uma manhã, Jorge vendo o estado da casa avisou que ao anoitecer queria vê-la na rua. Fez-se nova confusão na casa. Luísa entre choro pôs Juliana na rua e suplicou que ela fosse sem escândalo. Correu, então, até a casa de Sebastião contou-lhe tudo e ele sem perguntas disse que ajudaria. Precisava ficar só com a empregada e por isso Luisa e Jorge, acompanhados de D. Felicidade, foram ao teatro.

   Sebastião junto a um policial foi à casa de Jorge, teve com a mulher e pediu que lhe entregasse as cartas se não iria presa. Com as cartas nas mãos, Juliana antes de sair caiu no chão morta, sua saúde era fraca, os nervos e a ira que lhe foi provocada a mataram. Quando os donos da casa chegaram Sebastião tinha chamado Julião e disse que entrara na casa e a mulher que esbravejava por ter sido demitida caiu morta.
   Ela foi enterrada, no dia seguinte Luísa amanheceu com uma febre que só foi piorando. Teve então dias melhores, conheceu a empregada nova, Mariana. Com as melhoras fez até mesmo planos para o futuro, mas quando ela estava melhorando chegara uma carta para ela, Jorge acabou lendo-a.

   A carta era a resposta de uma carta enviada por Luisa a Basílio em que arrependida lhe pedia o dinheiro para pagar Juliana. Na carta, Basílio disse que demorou receber a carta dela e que se ainda precisasse do dinheiro lhe mandasse um telegrama. E ainda declarava-lhe amor e lembrava do “paraíso”. Jorge viu a traição e por isso vinha tratando diferentemente Luisa, que apesar da sua melhora ainda estava fraca e por isso quando Jorge e o seu mau humor e frieza lhe entregou a carta, desmaiou.
   Daí em diante Luísa piorou grandiosamente. Antes que ela perdesse a lucidez Jorge lhe deu um beijo e foi correspondido, nesse momento tudo foi perdoado, mas daí pra frente Luísa não teve melhora, pelo contrário, adoeceu gravemente, teve “febre cerebral” acompanhada por delírios. Por fim morreu. Em casa, Jorge e os amigos lamentavam. Dias após a morte de Luísa, Basílio voltou a Lisboa para findar seus negocios por lá. Procurou Luísa e encontrou a casa fechada, Jorge vivia com Sebastião, o vizinho que lhe falou da morte. Basílio apenas voltou ao hotel lamentando-se por não ter levado consigo uma amante de Paris.

Por: Jennifer Marques, Gabriela Fernandes, Jonatan Francisco, Jonathan Menezes, Jaqueline Ferreira, Thayna R., Raphael Lima, Cicero.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Tema da redação

Vídeo da Professora do Rio Grande do Norte , Amanda Gurgel ,que sera o assunto da redação do 2º bimestre .

terça-feira, 31 de maio de 2011

Amizade


AMIZADE É TUDO , sz

 
Ter um amigo é muito mais do que ter alguém para conversar, a amizade se constrói com carinho, compreensão, confiança entre muitos outros fatores É difícil encontrar uma pessoa que está por perto em todas as horas sejam elas ruins ou boas

A amizade pode valer tudo, um simples abraço na hora certa pode ser mais do que se espera Há quem diga que as coisas simples são as que mais tem valor e isso quando o assunto é amizade pode ser bem usado

Pare e reflita, veja quem são seus amigos de verdade, mas não confunda colegas com amigos A amizade é algo que levamos para o resto da vida E para você qual o valor da amizade verdadeira?

Postado por: Débora A.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Capitães da Areia

 
Jorge Amado
    Jorge Leal Amado de Faria (Itabuna, 10 de agosto de 1912  Salvador, 6 de agosto de 2001) foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos. 
    Existem dúvidas sobre o exato local de nascimento de Jorge Amado. Alguns biógrafos indicam que o seu nascimento se deu na Fazenda Auricídia, à época município de Ilhéus. Foi para o Rio de Janeiro, então capital da república, para estudar na Faculdade de Direito da então Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ). Durante a década de 1930, a faculdade era um pólo de discussões políticas e de arte, tendo ali travado seus primeiros contatos com o movimento comunista organizado. Foi jornalista, e envolveu-se com a política ideológica, tornando-se comunista, como muitos de sua geração. São temas constantes em suas obras os problemas e injustiças sociais, o folclore, a política, crenças e tradições, e a sensualidade do povo brasileiro, contribuindo assim para a divulgação deste aspecto do mesmo. Suas obras são umas das mais significativas da moderna ficção brasileira, com 49 livros, propondo uma literatura voltada para as raízes nacionais. Em 1945, foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), o que lhe rendeu fortes pressões políticas. Era casada com Zélia Gattai, também escritora Com ela teve três filhos: João Jorge, sociólogo, Paloma, e Eulália. Viveu exilado na Argentina e no Uruguai (1941 a 1942), em Paris (1948 a 1950) e em Praga (1951 a 1952). Escritor profissional viveu exclusivamente dos direitos autorais dos seus livros.



 
Resumo – Capitães da Areia
     O livro Capitães da areia, um influente romance de Jorge Amado, retrata a realidade diária de um grupo de meninos pobres abandonados, que moram em um trapiche e que sobrevivem cometendo furtos nas ruas de Salvador.                               
    O grupo dos mesmos é formado exclusivamente por meninos em determinado momento aparece uma figura feminina, onde está provoca varias afeições para com o grupo o nome dela é Dora. O grupo era formado por mais de 50 crianças, entre elas os que mais se destacam na história são:
Pedro Bala- Líder e comandante dos capitães têm 15 anos tornou-se líder por ser ativo, conhecia todas as ruas de Salvador.                                                                 
    Professor- Possuía este apelido porque furtava livros de histórias, não para vender, e sim para ler, e em muitas noites contava essas histórias aos companheiros.                                                                                                                   
    Gato- O mais elegante do grupo despertou interesse de Boa Vida, porem gato vive um romance com o prostituta Dalva.                                                                        
     Sem Perna- Possuía este apelido por ser coxo (mancar) de uma perna. Tinha uma ágil habilidade de penetrar em casas de famílias (ricas) usando-se de sua deficiência, era briguento, viera da casa de um padeiro que o surrava.                            
    Pirulito- Possuía este apelido por ser muito magro, acreditava muito em Deus, rezava várias vezes ao dia, onde o ato lhe dava força e esperança, possuía imagens de santos.                                                                                                                
    João Grande- Negro é integrante do grupo desde os seus nove anos, quando seu pai foi pego por um caminhão há quatro anos.                                                                                             
    Volta Seca- Viera da caatinga, tinha o habito de imitar animais, possuía uma grande admiração por seu padrinho Lampião, e também por seu tímido grupo sonhava um dia ser integrante do mesmo, e fazer justiça com seus companheiros.               
    Boa Vida- Tinha o habito de observar situações decorrentes do dia a dia, e transformá-la em canções de sambas, era malandro, mulato, aparentava menos de treze anos de idade.  
    Ele é o autor mais adaptado da televisão brasileira, verdadeiros sucessos como Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Teresa Batista Cansada de Guerra são criações suas, além de Dona Flor e Seus Dois Maridos e Tenda dos Milagres. A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba por todo o Brasil. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas, existindo também exemplares em Braille e em fitas gravadas para cegos.                Amado foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho, mas, em seu estilo - o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Em1994 viu sua obra ser reconhecida com o Prêmio Camões, o Nobel da língua portuguesa.

  

Postado por: Amanda, Angélica, Débora, Erick, Evelyn, Lucas R. e Tamires.






Resumo da biografia e da obra de graciliano ramos.



Nome:
Graciliano Ramos

Nascimento:
27/10/1892

Natural:
Quebrangulo - AL

Morte:

20/03/1953

Menu do Autor

Nasceu em 27 de outubro de 1892 em Quebrangulo, nas Alagoas. Já em 1909 inicia sua colaboração no Jornal de Alagoas, de Maceió, com a publicação do soneto "Céptico", onde colaborou até 1913. Trabalhou como jornalista, comerciante e diretor da Instrução Pública de Alagoas. Em 1928, é eleito prefeito de Palmeira dos Índios no mesmo estado, cidade para a qual mudou-se ao completar 18 anos, renunciando dois anos depois. Representa a Geração de 30 do Modernismo Brasileiro.
Em 1933, lança seu primeiro romance, ''Caetés''. Na ocasião, mantém contato com escritores da vanguarda nordestina, como José Lins do Rego e Rachel de Queiroz. Em 1934, publica uma de suas obras-primas, ''São Bernardo''. Acusado de subversão comunista em 1936, fica preso por 11 meses no Rio de Janeiro, experiência que narra em ''Memórias do Cárcere''. Quando é solto continua na capital como jornalista e inspetor de ensino. Na década de 40, filia-se ao Partido Comunista. Em 26 janeiro de 1953 interna-se na casa de saúde e maternidade São Vitor, na Praia de Botafogo, Rio de Janeiro, vindo a falecer em 20 de março de 1953. obras
romances
Caetés (1933)
São Bernardo (1934)
Angústia (1936)
Vidas Secas (1938) memórias
Infância (1945) contos
Insônia (1947) póstuma
Memórias do cárcere (1953)
Viagem (1954)
Alexandre e outros heróis (1962)
Linhas tortas (1962)
Viventes das Alagoas (1962)



VIDAS SECAS - Graciliano Ramos (Resumo)

Os abalos sofridos pelo povo brasileiro em torno dos acontecimentos de 1930, a crise econômica provocada pela quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, a crise cafeeira, a Revolução de 1930, o acelerado declínio do nordeste condicionaram um novo estilo ficcional, notadamente mais adulto, mais amadurecido, mais moderno que se marcaria pela rudeza, por uma linguagem mais brasileira, por um enfoque direto dos fatos, por uma retomada do naturalismo, principalmente no plano da narrativa documental, temos também o romance nordestino, liberdade temática e rigor estilístico.

Os romancistas de 30 caracterizavam-se por adotarem visão crítica das relações sociais, regionalismo ressaltando o homem hostilizado pelo ambiente, pela terra, cidade, o homem devorado pelos problemas que o meio lhe impõe.

Graciliano Ramos (1892-1953) nasceu em Quebrângulo, Alagoas. Estudou em Maceió, mas não cursou nenhuma faculdade. Após breve estada no Rio de Janeiro como revisor dos jornais "Correio da Manhã e A Tarde", passou a fazer jornalismo e política elegendo-se prefeito em 1927.

Foi preso em 1936 sob acusação de comunista e nesta fase escreveu "Memórias do Cárcere", um sério depoimento sobre a realidade brasileira. Depois do cárcere morou no Rio de Janeiro. Em 1945, integrou-se no Partido Comunista Brasileiro.

Graciliano estreou em 1933 com "Caetés", mas é São Berdado, verdadeira obra prima da literatura brasileira. Depois vieram "Angustia" (1936) e Vidas Secas (1938) inspirando-se em Machado de Assis.

Podemos justificar isto com passagens do texto:
"Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos."
"A caatinga estendia-se de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas"
"Resolvera de supetão aproveitá-lo (papagaio) como alimento..."
"Miudinhos, perdidos no deserto queimado, os fugitivos agarraram-se, somaram as suas desgraças e os seus       pavores".

ESTUDO DOS PERSONAGENS


Baleia - cadela da família, tratado como gente, muito querido pelas crianças.
Sinhá Vitória - mulher de Fabiano, sofrida, mãe de 2 filhos, lutadora e inconformada com a miséria em que vivem, trabalha muito na vida.
Fabiano - nordestino pobre, ignorante que desesperadamente procura trabalho, bebe muito e perde dinheiro no jogo.
Filhos - crianças pobres sofridas e que não tem noção da própria miséria que vivem.
Patrão - contratou Fabiano para trabalhar em sua fazenda, era desonesto e explorava os empregados.
Outros personagens: o soldado, seu Inácio (dono do bar).

ESTUDO DA LINGUAGEM


Tipo de discurso: indireto livre
Foco narrativo: terceira pessoa

Adjetivos, figuras de linguagem:
Metáfora: " - você é um bicho, Fabiano".
Prosopopéia: compara Baleia como gente

ANÁLISE DAS IDÉIAS

Comentário Crítico:

Esse livro retrata fielmente a realidade brasileira não só da época em que o livro foi escrito, mas como nos dias de hoje tais como injustiça social, miséria, fome, desigualdade, seca, o que nos remete a idéia de que o homem se animalizou sob condições sub-humanas de sobrevivência.

RESUMO DA OBRA


Mudança
Em meio à paisagem hostil do sertão nordestino, quatro pessoas e uma cachorrinha se arrastam numa peregrinação silenciosa _ _ . O menino mais velho, exausto da caminhada sem fim, deita-se no chão, incapaz de prosseguir, o que irrita Fabiano, seu pai, que lhe  dá estocadas com a faca no intuito de fazê-lo levantar. Compadecido da situação do pequeno, o pai toma-o nos braços e carrega-o, tornando a viagem ainda mais modorrenta _ .

A cadela Baleia acompanha o grupo de humanos agora sem a companhia do outro animal da família, um papagaio, que fora sacrificado na véspera a fim de aplacar a fome que se abatia sobre aquelas pessoas. Na verdade, era um papagaio estranho, que pouco falava, talvez porque convivesse com gente que também falava pouco _ _ .

Errando por caminhos incertos, Fabiano e família encontram uma fazenda completamente abandonada. Surge a intenção de se fixar por ali. Baleia aparece com um preá entre os dentes, causando grande alegria aos seus donos. Haveria comida. Descendo ao bebedouro dos animais, em meio à lama, Fabiano consegue água. Há uma alegria em seu coração, novos ventos parecem soprar para a sua família. Pensa em Seu Tomás da bolandeira.  Pensa na mulher e nos filhos.

A inesperada caça é preparada, o que garante um rápido momento de felicidade ao grupo. No céu, já escuro, uma nuvem - sempre um sinal de esperança. Fabiano deseja estabelecer-se naquela fazenda. Será o dono dela. A vida melhorará para todos _ .

Por: Thayna Rodrigues, Tais Alves, Jaqueline Domingos, Geovana, Everton, Gabryella Ayrolla, Paula, Duciara e Tiago Silva

terça-feira, 10 de maio de 2011

chorar é lindo.


pois cada lágrima na face, são palavras ditas de um sentimento calado .. às vezes as pessoas que mais amamos são as que mais magoamos, porque queremos que sejam perfeitas e esquecemos que são apenas seres humanos.


nunca diga que esqueceu um grande amor, apenas diga que consegue falar nele sem chorar, pois o amor é inesquecível.


… as lágrimas não doem, o que dói são os motivos que fazem elas caírem! ♥ :/
Postado por : Tayna Viana (@Tynaadachi)

"As coisas mais simples da vida são as mais extraordinárias, e só os sábios conseguem vê-las" 

Enviado por : Naiara Lima